Adele bate recorde de Michael Jackson.

Adele conseguiu escalar mais um degrau na lista de discos mais vendidos na Inglaterra, deixando o Rei do Pop comendo poeira. Sim, 21 vendeu mais unidades que Thriller na terra da Rainha. A cantora agora está em quinto lugar na lista dos mais vendidos da história com 4.274.300 cópias, 500 a mais que Jacko.

O que separa a cantora de Set fire to the rain do topo? (What’s the story) Morning glory?, do Oasis; Gold, do Abba; Sgt. Pepper’s lonely hearts club band, dos Beatles; e Greatest hits, do Queen.

Desde que foi lançado, 21 esteve nas paradas em 66 semanas não consecutivas, 23 delas em primeiro lugar. O disco é o mais vendido do século XXI, superando Back to black, de Amy Winehouse. Ele vendeu uma média de 20 mil cópias por semana no último mês.

O top 10 é completado por Brothers in arms, do Dire Straits; The dark side of the moon, do Pink Floyd; Bad, de Michael Jackson; e Greatest hits, do Queen, uma outra coletânea da banda.

As informações são do Laboratório Pop.

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Mansão de Michael Jackson vai á venda por US$ 23,9 milhões

Leilão de móveis da última casa na qual viveu o cantor Michael Jackson (11/11)

Leilão de móveis da última casa na qual viveu o cantor Michael Jackson (11/11)

A casa em que Michael Jackson vivia – e que está vazia desde a sua morte – foi colocada à venda por US$ 23,9 milhões, de acordo com o site TMZ.

Localizada em Los Angeles, a propriedade do cantor entrou no mercado na segunda-feira (19) e está aos cuidados do corretor Mauricio Umansky, da imobiliária The Agency em Beverly Hills.

Segundo o site, Umansky levará para conhecer a casa apenas pessoas que tenham condições para pagar por ela. Uma “grande celebridade” já teria uma visita agendada para quinta-feira (22).

A casa de Jackson tem quase 1.600 metros quadrados e conta com 13 banheiros, uma piscina, um elevador e uma casa de hóspedes.

As informações são do Uol Entretenimento Celebridades.

Filha de Michael Jackson diz que voz em álbum póstumo não é de seu pai

Paris Jackson comentou com amigos em um vídeo online que o álbum inteiro “Michael” não teria sido cantado por seu pai

A filha mais velha de Michael Jackson, Paris Jackson, afirmou que a voz no álbum póstumo do cantor não pertence ao seu pai. Segundo informações do site “TMZ”, Paris teria falado que não reconhecia a voz de seu pai durante uma conversa com amigos na internet em formato de vídeo.

No chat com os colegas, Paris colocou a música “Hold My Hand” para tocar e um dos amigos perguntou o motivo de a voz do single ser diferente da do cantor e ela respondeu. “Não é ele! Não é ele no álbum inteiro! Procura na internet… no YouTube e procura por Jason Malachi. É ele”, falou. “Eu saberia se fosse ele ou não, porque ele cantava o tempo todo para mim”, completou.

O disco “Michael” foi lançado em dezembro de 2010 e, na época, surgiram comentários na imprensa internacional de que um cantor chamado Jason Malachi, que tem a voz parecida com a de Michael, é que teria feito as gravações das canções, mas as informações foram desmentidas tanto pela gravadora Sony, quanto por Jason.

As informações são do IG

Na noite de ano novo você vai poder ver clipes de Lady Gaga e Michael Jackson.

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O Música e Entretenimento,preparou uma novidade pra você.Que é fã de Lady Gaga ou Michael Jackson.Na noite de ano novo você vai poder ver os melhores clipes de Lady Gaga e de Michael Jackson. 😀

Médico de Michael Jackson é sentenciado a quatro anos de prisão

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Conrad Murray aguarda a leitura de sua sentença definitiva nesta terça-feira (29) (Foto: Reprodução)Conrad Murray aguarda a leitura de sua sentença
definitiva nesta terça-feira (29) (Foto: Reprodução)

Conrad Murray, médico de Michael Jackson, conheceu sua sentença final nesta terça-feira (29). A corte determinou que Murray fique quatro anos na prisão. “Não temos a autoridade para enviar Murray para a prisão estadual”, disse Michael Pastor, juiz da Corte Superior de Los Angeles. Por causa disso, ele cumprirá a pena na L.A. County Jail, sem direito a condicional.

O cardiologista havia sido declarado culpado pelo júri no começo deste mês por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) de Jackson, depois de julgamento de seis semanas que apresentou detalhado relato das horas finais do cantor. A pena máxima era de quatro anos.

Para o juiz da Corte Superior de Los Angeles, Michael Pastor, Michael morreu “por causa das ações e falhas de Conrad Murray”. Segundo ele, houve “negligência criminal” no caso. “Ele inquestionavelmente violou a confiança de seu paciente. Ele deixou a vida pessoal interferir no tratamento. Ele o abandonou”, afirmou o juiz.

Na manhã de 25 de junho de 2009, Murray administrou o anestésico propofol durante a noite. Após se ausentar do quarto de Jackson, ele o encontrou aparentemente sem vida. O rei do pop tinha 50 anos.

No início da sessão, a defesa de Murray solicitou que a leitura da sentença não fosse transmitida ao vivo e não tivesse qualquer cobertura da imprensa, para manter a privacidade do médico. O pedido foi negado pelo juiz, que citou a participação de Murray em um documentário sobre Jackson como um dos motivos para a recusa.

O Ministério Público queria que o juiz se decidisse pela pena máxima. Seria um mandato de quatro anos provavelmente cortado pelo menos pela metade, devido à superlotação da cadeia.

Os advogados de acusação voltaram a enumerar seus principais argumentos e repetiram: “ele deveria ter se preocupado mais com seu paciente, em vez das ligações pessoais para sua namorada”. Os advogados de defesa pediam liberdade condicional para o cardiologista, dizendo que já era prevista a perda da licença para praticar medicina.

Katherine Jackson, mãe de Michael, LaToya Jackson, irmã, chegam ao tribunal para a leitura da sentença de Conrad Murray (Foto: Reuters)Katherine Jackson, mãe de Michael, e LaToya Jackson, irmã, chegam ao tribunal para a leitura da sentença de Conrad Murray (Foto: Reuters)

Um representante da família leu um comunicado antes da divulgação da sentença. “Não há nada que vocês possam fazer que traga o Michael de volta”, disse o porta-voz dos Jackson. Katherine, mãe do cantor, e vários irmãos compareceram ao julgamento. Eles choraram após a leitura do veredicto de Murray no tribunal.

Após a morte de Jackson, Murray disse aos detetives que ele estava dando doses noturnas do anestésico propofol ao cantor para ajudá-lo a dormir, enquanto se preparava para uma série de shows. Propofol é indicado para ser utilizado em hospitais e nunca foi aprovado para tratamentos de sono, mas Murray reconheceu ter dado a Jackson.

jackson; irmão (Foto: Reuters)Randy, irmão do Jackson, nesta terça-feira (29)
(Foto: Reuters)

Ele se recusou a depor durante o julgamento, mas participou de documentário em que disse que não se considerava culpado de qualquer crime. Ele culpou Jackson por fazê-lo administrar as doses de propofol. Seus advogados alegaram em todo o caso que Jackson foi quem tomou por conta própria a dose fatal, quando Murray não estava ao lado dele. O médico estava cheio de dívidas quando concordou em servir como médico pessoal de Jackson, recebendo US$ 150 mil por mês. Ele teve o popstar como paciente por dois meses.

Murray não demonstrou emoção quando foi condenado. “O réu tem demonstrado total falta de remorsos por causar da morte de Michael Jackson”, escreveram os promotores. “Ainda pior do que deixar de aceitar até mesmo o menor nível de responsabilidade, ele colocou a culpa em todo mundo, incluindo a pessoa que não está mais aqui para se defender, Michael Jackson.”

Sete homens e cinco mulheres que compuseram o corpo de jurados foram reunidos para decidir se o médico de 58 anos era ou não responsável legal pela morte de Michael Jackson, causada por intoxicação aguda de propofol. O cardiologista era médico pessoal do cantor, a quem administrava sedativos, entre eles o anestésico propofol, para combater insônia.

Entenda o julgamento
O processo deveria ter começado em 9 de maio, mas foi adiado a pedido dos advogados da defesa, que desejavam poder preparar o contra-interrogatório de testemunhas citadas pela acusação. O julgamento começou em 27 de setembro, com o juiz Michael Pastor como o encarregado do caso. Uma de suas primeiras decisões foi a de não permitir que o júri visse as últimas filmagens dos ensaios finais do cantor para evitar “influências externas”

Os advogados de defesa apostaram em 34 cartas de parentes, amigos e ex-pacientes que decrevem Murray de forma mais suave. “Não há dúvida de que a morte de seu paciente, o Sr. Jackson, não foi intencional. Foi uma enorme tragédia para todos”, disse a defesa do médico. “Dr. Murray tem sido descrito como isso o mudou. Ele é um homem agoniado, que anda sob um manto de tristeza desde a perda de seu paciente, o Sr. Jackson.”

A defesa do cardiologista sustentava a tese de suicídio, alegando que o cantor estava desesperado por suas várias dívidas e que injetou em si próprio uma dose extra sem o conhecimento de seu médico. Murray admitiu ter dado a Jackson propofol e duas injeções de dois miligramas cada de lorazepam para ajudá-lo a dormir. Mas a autópsia detectou no corpo de Jackson níveis mais altos do anestésico.

O doutor Paul White, testemunha da defesa, afirmou que Jackson podia ter engolido oito outros comprimidos do anestésico lorazepam durante longa noite insone, elevando o nível da droga em seu sangue ao nível constatado na autópsia. O especialista em anestesiologia Steven Shafer acusou Murray de agir como empregado de Jackson, não como um médico. “A relação médico-paciente consiste em que o médico ponha o paciente em primeiro lugar. Isso não significa que faça o que o paciente pede, e sim o que for adequado”, criticou.

As informações são do Portal da Globo G1.com